Quem imaginaria que um catador de ´´lixo`` poderia ser personagem de um quadro vendido por R$ 100 mil em leilão? Ou personagem de um documentário que concorreu ao Oscar? Ou ainda mais, carregar a tocha olímpica pelas ruas de Liverpool para a edição de Londres?
Pois é, Tião nos conta como é possível sair do lixo e virar uma referência na militância de políticas públicas para o tratamento de resíduos recicláveis. Aliás ele chama atenção para um detalhe: - Não somos catadores de lixo e sim catadores de resíduos recicláveis, já que lixo não serve para nada.
Inspiro-me em estórias como esta, que tratam de matérias primas reais e desafiadoras. Comprovam que para militância ser militância precisa resistir e que mesmo em tempos de alta não podemos ficar deslumbrados. As causas são muito maiores que as nossas vitórias pessoais ou o olho míope que só enxerga o que esta perto.
Para os catadores, pena de urubu era sinal de sorte. Mas acredito em outra teoria, que afimar: ´´quanto mais eu trabalho, mais sorte eu tenho``.

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