sábado, 25 de julho de 2015

Poemas que Desisti de Rasgar - David Cohen


Conheci o poeta David Cohen (pessoalmente) a pouco tempo, mas já tinha ouvido falar dele e da cena cultural que tocava. Através desse livro me aproximei da pessoa que ele é (esse é o incrível da palavra), me sinto um intimo. Seus versos me sensibilizaram. Gosto da riqueza de imagens e da fluidez do que vi. É um livro que recomendaria para quem não mergulhou profundamente na poesia. seus versos tem um frescor capaz de encantar neófitos.

Ps: Um poema, em especial, me cativou: Palhaço.

#Recomendo


terça-feira, 21 de julho de 2015

STEVE JOBS: AS VERDADEIRAS LIÇÕES DE LIDERANÇA - Isaacson, Walter


Ser casado é ter uma parceira nas metas literárias. Acredito que por tê-la ao meu lado, conseguirei alcançar aquela lançada em janeiro: #48LivrosLidos .
Esse livro, bem fácil de ler, foi presente dela e, por conta dela, mais um check na lista ;) #TeAmoFlor  

Ainda não li a biografia definitiva de Steve Jobs - que vendeu milhões de exemplares pelo mundo e já bateu a marca de 300 mil livros vendidos – nem tenho essa pretensão, esse ano. De qualquer maneira, ser introduzido ao mundo desse homem-maça, mesmo que de forma superficial, foi fantástico. Algumas linhas lidas e muitas reflexões surgiram, foi assim durante as poucas páginas desse livreto. Um dos capítulos ficaram presentes na minha cabeça e serve de frase para terminar minha resenha. Guardem essa máxima:

Coloque os produtos à frente dos lucros.

#Recomendo


sexta-feira, 10 de julho de 2015

Livre-me - Caio Camacho


Tive a oportunidade de conhecer pessoalmente o Caio na Flip de 2014, muito por conta de ser o idealizador da Picareta Cultural, que ao meu ver é o sarau mais divertido de Paraty. Litros e mais litros de cachaça, um microfone e poesia aos baldes.

Sobre o livro, motivo desta resenha, Caio deixou claro que a linguagem é muito acessível. Trata-se de uma poesia sem pompa, sem traje de gala ou aparatos sofisticados. Pelo contrário, é poesia do dia a dia, poesia da rua, que fala de bala perdida, gê magazine e baratas.

Por fim, podemos brindar este primogênito, mas desta vez não será com cachaça (coqueiro). Bridaremos com o Rei Ades! (Essa é só para que leu).


Cartas Extraviadas - Martha Medeiros


Simplesmente um dos melhores livros que eu li no ano.
O livro é corte na carne o tempo todo, fala de amor, dor, saudade como gente que sente, gente que sofre. Sem meias palavras ou pudores.

Cito um dos versos para reflexão:
''há momentos em que nossos valores se rompem
certezas se estilhaçam como cristal
viram pó nossas absurdas convicções
princípios só se justificam no final''
Pág. 50