segunda-feira, 27 de abril de 2015

Para gostar de ler - Poesia Marginal


Este livro pretende de forma breve e coloquial apresentar a forma de escrita de alguns dos principais representantes da Poesia Marginal ou Geração Mimeógrafo da década de 70. São eles Chacal, Francisco Alvim, Ana Cristina César, Cacaso e Paulo Leminski.

Em suas últimas páginas nos apresenta algumas fotos históricas, a ficha de cada poeta e alguns fatos marcantes e curiosos deste período.

Versos provocativo ora são recheados de ironia, ora dramáticos. Em especial, gostei da forma de escrita de Cacaso e por isto selecionei dois poemas para compatilhar:

Moda de Viola
´´Os olhos daquela ingrata às vezes
me castigam às vezes me consolam
Mas sua boca nunca me beija``

Fotonovela
´´Quando você quis eu não quis
Qdo eu quis você ñ quis
Pensando mal quase q fui
Feliz``


segunda-feira, 6 de abril de 2015

Coquetel Motolove (Luiza Romão)

Conheci Luiza Romão na época da Copa do Mundo através de um vídeo no YouTube onde ela recita uma poesia autoral sobre a Copa. A poesia me emocionou absurdamente. Tempos depois nos esbarramos pelo facebook e comprei o livro dela, que se chama Coquetel Motolove. Poesia de altíssima qualidade. Com ritmo e imagens maravilhosos. Um livro extremamente prazeroso de ler.

No lugar da capa do livro vou deixar o vídeo que fez eu me tornar fã dessa poeta tão intensa, jovem e genial.



quinta-feira, 2 de abril de 2015

O Apanhador no campo de Centeio - J.D. Salinger


Quando iniciamos o projeto 48, meu primeiro pensamento foi começar a ler clássico. Acredito que muitos deles, clássicos, são fundamentais para todas as outras obras. Em sendo assim, poderia entender muitos links que me passam batido pelas páginas...

Pois bem, já estou com alguns engatinhados, outros já comecei e parei de ler na mesma folha (acho que tem aquele negócio: meu santo não bate com alguns livros...). Um desses, no entanto, graças ao projeto e ao amigo Zuza quem emprestou, foi finalizado: O Apanhador do Campo de Centeio.
Se gostei? Não gostei. Um menino rico, chato e com uma vida “mais ou menos” perambula pela leitura conosco, do início ao fim do livro. Afirmo, não gostei: acho que devido a idade que carrego, ao meu repertório de vida e as crenças que cultivo.

De qualquer maneira, feliz por ter dado mais um passo em direção ao meu objetivo. Feliz por ter agregado personagens, ambientes e diálogos ao meu repertório. Feliz por poder dizer que não concordo com aqueles que resenham elogios maravilhosos ao livro.
Aos que colocaram esse livro na lista. Leiam, ele é um clássico, marcou uma geração e continua arregimentando legiões de fãs... depois podemos conversar sobre ;)