Tive a oportunidade de conhecer pessoalmente o Caio na Flip de 2014, muito por conta de ser o idealizador da Picareta Cultural, que ao meu ver é o sarau mais divertido de Paraty. Litros e mais litros de cachaça, um microfone e poesia aos baldes.
Sobre o livro, motivo desta resenha, Caio deixou claro que a linguagem é muito acessível. Trata-se de uma poesia sem pompa, sem traje de gala ou aparatos sofisticados. Pelo contrário, é poesia do dia a dia, poesia da rua, que fala de bala perdida, gê magazine e baratas.
Por fim, podemos brindar este primogênito, mas desta vez não será com cachaça (coqueiro). Bridaremos com o Rei Ades! (Essa é só para que leu).

Nenhum comentário:
Postar um comentário