Este é um daqueles livros que os catedrátcos ironizam mas que eu adoro. Um livro que pode ser chamado de auto ajuda, embora ao meu ver tenha um lado muito prático e funcional. O nosso cotidiano é composto de pequenas sentenças propostar por este livro e me foi muito útil para reflexão.
Vou citar três em especial:
''Geralmente é mais seguro estar acorrentado do que estar livre''
''Há problemas que jamais teríamos resolvido se realmente fossem nossos''
''Quando acreditamos apaixonadamente em algo que ainda não existe, nós o criamos. O inexistente é o que não desejamos o suficiente.''

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