Poeta paulista que faz com que a poesia periférica tome
novos espaços. Sinhá era uma leitura que estava em minha lista faz tempo.
Aproveitei nossa passagem (minha e do meu sócio, Leonardo)
pela capital financeira do país para passar no sarau do Buzo (conheça
aqui>> http://buzo10.blogspot.com.br/)
e comprar algumas pérolas da poesia marginal.
Esperava mais do livro. Acredito que criei expectativa de
mais. Mas pode ter sido minha leitura burocrática também: Livros de poemas têm
dessas coisas. Às vezes não conseguimos tirar a primeira camada do verso e tudo
fica meio bicolor.
De qualquer maneira, a capa do livro e o nome são obras primas.

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